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‘Won’t let Indus waters reach patrons of terror’: Rajnath Singh’s strong message to Pakistan

Thomas Smith - thedeshpost.com 3 mins read 6 views

Não deixará águas do Indo alcançar patrocinadores do terror: mensagem firme do ministro da Defesa para a Pakistão Declaração sobre o Tratado dos Águas do Indo Thedeshpost.com – Ao suspender…

‘Won’t let Indus waters reach patrons of terror’: Rajnath Singh’s strong message to Pakistan

Não deixará águas do Indo alcançar patrocinadores do terror: mensagem firme do ministro da Defesa para a Pakistão

Declaração sobre o Tratado dos Águas do Indo

Thedeshpost.com – Ao suspender o Tratado dos Águas do Indo, o ministro da Defesa, Rajnath Singh, reforçou a determinação do governo do Primeiro-Ministro Narendra Modi de não permitir que as águas do rio Indo sejam usadas por quem ele chamou de “patrocinadores do terror”. A declaração foi feita em uma conferência em Hyderabad, destacando a postura firme da Índia diante de ataques terroristas. “A suspensão do tratado foi uma resposta clara à violência, e não deixaremos que as águas do Sindhu alcancem aqueles que ameaçam a paz”, afirmou Singh.

Contexto do ataque em Pahalgam

O anúncio do ministro veio após o ataque terrorista na região de Pahalgam, no Jammu e Kashmir, que foi atribuído à Pakistão. Singh destacou que o governo não apenas tomou medidas punitivas, mas também se posicionou contra ações que ameaçam a segurança nacional. “Com o Tratado dos Águas do Indo suspenso, mostramos que estamos dispostos a agir contra quem usa o terror como ferramenta”, explicou.

“Depois do ataque de Pahalgam, ao suspender o Tratado dos Águas do Indo, dissemos que aqueles cujas lágrimas se secaram não devem esperar por nossas águas. Não deixaremos que as águas do Sindhu alcancem os patrocinadores de terroristas e adversários da humanidade”, destacou Rajnath Singh em seu discurso.

Singh criticou as críticas do Congresso ao Tratado dos Águas do Indo, alegando que os opositores questionam ações militares como a Operação Sindoor, mas não veem a importância de garantir a segurança da fronteira. Ele enfatizou que a suspensão do tratado é parte de uma estratégia maior para pressionar a Pakistão. “O Tratado dos Águas do Indo está em suspenso, mas nosso foco permanece no combate ao terrorismo”, afirmou.

Progressos em Jammu e Kashmir

Apesar da tensão, Rajnath Singh destacou os avanços em Jammu e Kashmir, onde a Índia investe em desenvolvimento e estabilidade. Ele citou a reabertura de cinemas, a festa de Krishna Janmashtami e procissões de Muharram ocorrendo com segurança. “O crescimento econômico e cultural está em evidência, e a bandeira nacional agora sobe com orgulho em Srinagar”, observou.

O ministro também falou sobre o papel da Índia como parceiro global, destacando seu apoio durante a pandemia. “A Índia não apenas fornece vacinas, mas também tem capacidade de produção de mísseis BrahMos e equipamentos de defesa para 100 países”, disse. Essa capacidade, segundo ele, reforça a posição do governo em negociações internacionais.

Objetivos de crescimento e exportações

Rajnath Singh anunciou que as exportações de defesa atingirão 39.000 crore em breve, com a produção de armas e sistemas de defesa expandindo-se. Ele mencionou que o orçamento de defesa aumentou significativamente, atingindo 8 lakh crore. “Esses recursos garantem que a Índia continue protegendo seus interesses e ampliando sua influência global”, afirmou.

Além disso, o ministro destacou o aumento das exportações, prevendo um crescimento para 2 trilhões de dólares nos próximos cinco anos. Singh reforçou que o governo NDA prioriza a segurança nacional, incluindo o controle de fronteiras e a redução do naxalismo. “Nossa política é guiada por justiça e humanidade, e o Tratado dos Águas do Indo é apenas um exemplo disso”, concluiu.

Na conclusão, Rajnath Singh rejeitou acusações de discriminatória contra o BJP, alegando que a política do partido se baseia em alianças sólidas e ações concretas. Ele também mencionou o progresso nas reformas de leis, como a unificação do Código Civil em Uttarakhand, e o apoio a comunistas e outros grupos locais. “O que está por vir é fruto do trabalho contínuo, e o Tratado dos Águas do Indo é apenas uma das consequências desse esforço”, finalizou.

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